Se um dia me perguntassem sobre os meus expoentes. Sobre todos aqueles mestres da vida, eu poderia enumerar com certa facilidade uma quantidade considerável de testemunhas. Entre amigos, parentes, dos meus professores a qualquer outro aluno dessa existência com quem cruzo os passos nas ruas diariamente. Falaria do meu "eu mestre", que sofre e erra e aprende palpitando sobre a própria sorte. Mil filósofos, todos mortos, inspiradores, sim, contudo, mortos vivos... Símbolos austeros da nossa tradição, mas ainda, estátuas de sal que ousaram um dia virar as costas para o mundo que os acolheu do nascimento até a hora da morte. Hoje, todos eles vivem em mim e vocês como fonte de conhecimento que acumulamos nessa jornada.
Sem mais delongas, vou escolher dois, não o Pai nem o Filho, o que se mostraria apelativo. Nem grego nem alemão por pura admiração, mas sim, filhos da minha terra de quem tenho glorioso orgulho e sorte de ser contemporâneo, a quem devo parcelas de dedicação e coragem nessa luta diária que é nosso o amadurecimento. Professores, como todo mestre se torna; como eu mesmo desejo ser, mestre do meu próprio destino, como um sonho compartilhado com meus irmãos, meus mestres... Darei os nomes aqui de muito bom grado: "Rodrigo Gurgel" e "Lúcia Helena Galvão". Obrigado.
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